quinta-feira, 13 de abril de 2023

Hey, it's me!

 Eu sempre escrevi em blogs. Desde 2004, talvez? Antigamete tinha um blog em outro servidor que "morreu" e eu salvei o conteúdo do blog em um documento do word.


Depois veio esse blog aqui. Um pouco mais maduro, um pouco mais sofrido, um tanto mais triste.


Esse blog tem tanto de mim, que nunca quis compartilhar com mtas pessoas que eu conheço. Me sentia um pouco exposta e vulnerável demais - tanto é que tirei a opção de vasculhar os arquivos.


Aí pensei, "Poxa, minha vida está tão mais no lugar, tão mais equilibrada e tranquila, talvez eu deveria escrever publicamente". Encerrei as atividades aqui, anunciei um site novo, e.... parei de escrever. De vez!! Foi como se ter um blog público, com meu próprio nome, tivesse me travado. 

Fiquei sem assunto. Sem vontade.

Ao mesmo tempo, eu amo registrar meu dia a dia. Amo reler meus dias lá pelos anos de 2002, 2004, 2007... 

Quanta coisa eu vivi! Quão diferente eu me tornei!!

"Journaling" está até na moda. As pessoas escrevem o que estão pensando e sentindo de maneira catárdica (será que inventei essa palavra?). Depois, podem ler, reler e realmente digerir aqueles sentimentos.

Escrever é terapêutico - de verdade! Mas, aparentemente, eu só consigo escrever aqui se "ninguém" ler. Eu sei que algumas amigas ainda tem esse endereço, algumas pessoas ainda acessam aqui esporadicamente... mas são pessoas queridas que eu não me importo se elas lêem o que eu registro.

Esse post é só um blablablá aleatório, mas meu blog sempre foi isso, então... que nostalgia! hahahaha

Pra acompanhar esse momento histórico, estou ouvindo quem? Pedro Mariano, claro!!! Ele sempre me acompanhou em toooodas as minhas fases. Acho que por isso que tenho um carinho tão grande por ele e pelas músicas maravilhosas que ele canta. (Fora que a voz dele é simplesmente maravilhosa.)

Ainda bem que meu marido também gosta de Pedro Mariano. Seria um deal breaker? hahaha

Atualizando minha vida super madura atual: continuo dando aulas de inglês, não faria nada diferente. Hoje sou minha própria chefe e só dou aulas particulares!! Amo essa liberdade e não penso em voltar para escolas tão cedo! Sigo casada em um casamento feliz e tranquilo, seguimos tentando aumentar nossa família (mas sem neuras) e não tenho mais o Sam! Sam morreu faz uns 3 anos. Morreu exatamente em um domingo dia das mães. Maio de 2020, se não me engano. 

Hoje estou me sentindo particularmente nostálgica porque estava conversando com minha aluna adolescente que eu amaria ter uma dessas experiências de filme de poder voltar no tempo e refazer algumas decisões da vida.

"Qual de nós foi buscar o que já viu partir? Quis gritar, mas segurou a voz? Quis chorar, mas conseguiu sorrir?" - Jorge Vercillo

Muita coisa eu faria diferente (tanta coisa!!).

Mas sabe que no fim, eu gostaria de estar exatamente onde estou hoje... Mas talvez eu gostaria de apagar algumas experiência e traumas passados - e manter só o aprendizado e a maturidade, que tal?

Queria reviver minha juventude sabendo tudo o que sei. Quem não gostaria, né? Acho que é uma grande fantasia para muitas pessoas.

Mas então é isso. Só queria passar aqui pra falar um oi. 

Oi. ;-)

sábado, 26 de dezembro de 2020

Nova fase

 Resolvi me dedicar melhor ao blog, mas vou começar do zero. Aqui há muita bagagem - e muito que não quero nem estou preparada para dividir com todo mundo.


Portanto, se você de vez em quando cai aqui de para-quedas, me visite em:

carlawalker.com.br

Te espero lá! :-)

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Eu só quero escrever quando estou triste

 É engraçado, até. Mas só sinto saudades e necessidade de estar aqui, no blog, quando estou triste. 


Hoje era pra ser um dia cheio de comemorações. Eu e meu marido compramos uma viagem pro Sul, nosso lugar favorito no Brasil. Depois de um ano tão cheio de caos e dificuldades, estamos precisando escapar um pouco.


E então, um pequeno gesto, uma coisa tão pequena, de verdade, tão simbólica, arrasou minha noite. Não, não foi meu marido que me magoou. Ele só me abraçou e me deixou chorar. Não falou uma palavra. Depois disse que ia fazer uma comida bem gostosa pra mim (e está lá cozinhando agora). 


Já perceberam como às vezes o menor dos gestos é o que finalmente transborda o copo? Todos os dias, pequenas atitudes, palavras e olhares vão enchendo o meu copo. Eu tudo suporto, tudo aturo, tudo relevo. Até que um dia, meu limite transborda.


Minha catarse é a mesma de sempre: ouvir Ingrid Michaelson e Anna Nalick no banho, chorar tudo o que eu preciso chorar e escrever. Ah, escrever, mas como estou enferrujada! Como estou sem coragem! 


Ao final desse post, tão vago e sem forma, meu coração já segue mais leve. O cheirinho vindo da cozinha indica que em breve meu marido vai me alimentar, pra tentar me deixar mais feliz. Polenta e frango ao molho de tomate, é o que temos pra hoje. 


Nada como um desabafo, um choro livre, um comida quentinha e um abraço de amor pra fazer a gente se sentir bem. Nada como ser ouvida sem ser julgada. Nada como silenciar o barulho lá de fora e ouvir apenas o nosso lar, tão acolhedor e familiar. Nada como encontrar a paz depois do turbilhão de sentimentos que a tempestade traz. 



quinta-feira, 4 de julho de 2019

Ah, os velhos tempos de blog

Oi! Alguém aí?

Gente, eu costumava escrever muito. Eu costumava ler também. Hoje não faço nem um nem outro. Me peguei pensando no blog, e não lembrava nem o endereço mais. Acessei porque a senha estava salva aqui no computador.

Reli alguns posts e me revi aqui. Tão triste, tão angustiada, tão cheia de dúvidas e tão confusa. Fiquei aqui, contemplando a Kiki de 28 anos. Alguns textos meio vagos e enigmáticos trouxeram a tona alguns eventos de forma muito nítida. Fiquei pensando em toda a jornada até aqui e em como me tornei mais forte.

Sabe, quem diz que as pessoas não mudam está completamente errado. Eu mudei muito nos últimos anos. Me coloquei de volta no controle da minha vida.

Quem me conhece ou me acompanha há tempos sabe que eu casei e 1 ano e meio depois me separei. Tanto o casamento quanto a separação foram muito difíceis pra mim. Não a separação em si (que foi um alívio, pra ser sincera), mas tudo o que veio em seguida.

Sair de um relacionametno traumático e abusivo é libertador. Mas só quem já passou por isso (e saiu) sabe o quanto a gente fica sem identidade. Sem rumo. Sem norte.

Demorei mais um ano praticamente pra me encontrar de novo. Eu lembro até o dia específico em que consegui colocar minha vida de volta nos trilhos. Estava em um show de Paulo César Baruk e uma música mexeu muuuuito comigo. Eu estava sozinha em um show na praia e chorei copiosamente. Chorei, chorei, chorei e fiz um acordo comigo mesma. Eu ia voltar a controlar a minha vida.

Desde então tanta coisa aconteceu.

Conheci meu atual marido. Troquei de emprego. Refinei minhas amizades. Deletei algumas pessoas da minha vida. E hoje sou tão absurdamente mais forte.

Tanta coisa mudou.

Mas tem uma coisa que eu nunca mais fiz e que eu deveria voltar a fazer: escrever.

Não sei quem ainda acessa o blog, quem ainda recebe as notificações, mas quem quiser: deixa um comentário pra eu saber quem ainda está por aí.

Vamos voltar a conversar. Estava com saudades.

Li alguns comentários antigos que eu não tinha lido. Obrigada pelo apoio, pelo carinho e pela força.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Algum dia.

Já faz aproximadamente um ano e 4 meses desde que eu saí de casa. Desisti, ao menos emocionalmente. E em menos de 1 mês fará um ano desde a oficialização da minha separação. Estou solteira depois de um relacionamento que, sinceramente, nunca foi normal. Não sinto falta de praticamente nada do meu ex e muitas vezes mal lembro de que um dia fui casada. Sinto falta de ter minhas coisas, minha casinha. Sinto falta da época que morei sozinha. Só.

Mas os resquícios e as sequelas existem. Não consigo pensar no meu futuro sem ter um medo imenso de não conseguir me apaixonar. Não consigo conhecer ninguém sem ter medo de me apaixonar. É uma controvérsia horrível.

Eu quero casar e ter filhos e ter uma vida 'normal', do jeito que deveria ter sido. Quero construir minha família e cuidar da minha casa. Aproveito o tempo na casa dos meus pais pra reaprender algumas coisas, me aperfeiçoar em outras e me tornar uma futura esposa melhor.

Eu não quero me machucar de novo emocionalmente. Não aguento mais os altos e baixos das paixonites. Não lido mais muito bem com a incerteza de uma paquerinha e não quero dar vazão a sentimento algum. Se eu acho que estou me envolvendo emocionalmente com alguém, é a hora de encerrar, fechar as portas e ir embora.

Muitas vezes eu acho que apenas "não é a hora certa". Na verdade, não sei se em algum momento vou sentir que é a hora certa, ou a pessoa certa. É tanta incerteza e tanto temor de me machucar de novo, de me enganar tão cruelmente mais uma vez.

Estou sozinha, sozinha, e não sinto falta de nada nesse momento. Mas algumas vezes, bem algumas, sinto falta de carinho e de um amor. Alguém pra me abraçar e me levar ao cinema, alguém com quem fazer planos para o futuro, alguém com quem eu imagine nossos filhos... Não chega a ser uma tristeza, é mais um incômodo.

Eu só espero que um dia a fé de que vai dar certo supere o medo de estar errada - de novo. Espero um dia ser correspondida por alguém que me respeite acima de tudo. Alguém que eu admire, alguém que cuide de mim e nunca me deixe insegura ou desamparada. Que me ame, que me abrace, que me leve ao cinema e que imagine como serão nossos filhos.

domingo, 9 de março de 2014

Let her go



"But you only need the light when it's burning low 
Only miss the sun when it starts to snow 
Only know you love her when you let her go 

Only know you've been high when you're feeling low 
Only hate the road when you're missing home 
Only know you love her when you let her go

(...)

Well you see her when you fall asleep 
But never to touch and never to keep 
'Cause you loved her too much and you dive too deep"

Passenger 
Let her go


sábado, 22 de fevereiro de 2014

Tem horas que eu acredito piamente que as coisas só aparentam dar certo, pra depois explodirem na minha cara.

Eu tenho tentado ser otimista e ter fé e esperança, mas tá difícil.

A cada esquina, a cada canto, alguma coisa acontece que é exatamente o oposto do que eu esperava ou ansiava. Incrível.

Pra não ser reclamona, meu emprego é uma delícia. Tenho trabalhado o dia todo e minhas turmas são ótimas. Quando estou em sala de aula, sinto que sei o que estou fazendo. Eu faço um bom trabalho. Pelo menos isso.

Em um ano onde o que eu mais fiz foi dizer adeus a expectativas (e a amigas, que não param de me abandonar), posso dizer que todo aquele calor e felicidade direcionados a 2014 já se foram. (E estamos só em fevereiro.)

Vai ser só mais um ano. E tudo bem.

Talvez eu viaje mais. Talvez eu conheça pessoas diferentes e legais. Talvez eu mude de idéia em relação a muitas coisas.

Talvez.

Por enquanto, fica só esse meu mau-humorzão de sábado.

domingo, 8 de agosto de 2010

Eu sempre achei que trocar músicas, trocar "mix tapes", "mix cds" etc, criasse um certo laço de intimidade diferente. Esses dias achei uma caixa de fitas cassetes antigas, que meu pai gravava pra minha mãe. Hoje ele grava CDs, mas a prática continua. Nos filmes, toda vez que existe essa troca de música, existe um certo romance.

Eu sempre gostei de fazer cds pra outras pessoas. A gente coloca um pouco da gente ali. É quase que uma troca de almas. Não sei se é pq a música sempre foi uma parte enorme de mim. Eu sinto como se estivesse te mostrando um pouco de mim. Um pouco do meu íntimo. Um pouco do que se passa dentro de mim. Lembro da primeira fita cassete que uma amiga gravou pra mim, pra me "ensinar" um pouco de rock'n roll. Veio com cartinha e tudo mais (lembra, tay?!). Ela é minha melhor amiga até hoje.

Sabe... Sempre achei q eu fosse me casar com alguém q fizesse CDs pra mim.

quarta-feira, 14 de julho de 2010



To assim. Pissed off. E não adianta tentar traduzir pq nenhuma versão do sentimento tem o mesmo peso. I'm THAT angry.

E eu acho melhor ir dormir pra ver se passa, pq quase certeza q a nossa querida TPM tem influência nisso. Só q se for isso, só vai passar domingo! rs

Mas quase certeza tbm de q não é só TPM.

Cansei de tanto hiatus, de tanta espera, de tanto NADA acontecendo.

Definitivamente, é melhor eu ir dormir (até pq ontem eu tive um sonho tão bom e bonitinho, vai q eu sonho alguma coisa legal de novo).

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Sábado eu ganhei um presente. Um presente meio engraçado, confesso.

Ele me entregou uma sacolinha e dentro havia um embrulho cor de rosa. Disse que era só uma lembrancinha, q na verdade ele foi comprar pra ele e lembrou de mim na hora e comprou um pra mim também. Porém, eu só poderia abrir em casa. Hum.

Qdo fui pra casa, assim que entrei no carro, sozinha, abri. Tinha um cartão, do Elvis, com uma "dedicatória" atrás. Um bilhetinho fofo. E o presente era um porta retrato de vidro(não sei mais escrever isso depois das novas regras de hífen). Com uma foto do Elvis. Ou algo assim. Não sei se veio com o porta retrato, o fato é que não tinha foto específica (mas eu vou colocar).

Ainda não sei q foto colocar. Mas fiquei toda derretida com o carinho, a lembrança, o cartão com bilhetinho, o embrulho cor de rosa.

Me sinto com 15 anos de novo.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Eu tenho que me segurar pra não mandar sms. Eu já peguei o celular umas 500 vezes. Quando percebo, estou no meio da mensagem. Fecho o celular e jogo longe. Não é que quem receba a mensagem ache ruim receber 10 torpedos por semana, eu também não acho ruim mandar, mas até torpedos deveriam ser uma estrada de duas mãos.

domingo, 27 de junho de 2010

"Estranho mas já me sinto como um velho amigo seu..."


No fim, pouco importa o concreto. Eu quero os olhares demorados e as músicas no orkut. Eu quero convites sem sentido pra andar de trem em Agosto. Eu gosto de entrar no meu quarto e ver seu livro na minha estante, entrar no carro e ouvir o último CD que ele gravou pra mim, abrir meus emails todo dia depois das 14 e encontrar um recado qualquer, mesmo que tenha sido só pra marcar presença. Gosto até da saudade que eu sinto quando ele não aparece sábado pq está trabalhando.

A gente tem dividido problemas e preocupações, temos feito pedidos mútuos de oração. Outro dia, estava péssima da garganta e mandei mensagem pra ele, dizendo que orasse por mim pq eu tinha que cantar em um casamento e não aguentava nem falar. Estava tomando remédio mas precisava melhorar LOGO. Acordei tendo a certeza de que ele tinha orado por mim. Encontrei com ele à noite e ele disse, "Você melhorou? Resta saber se foi efeito do remédio ou da minha oração."

Só que as coisas andam de pouquinho em pouquinho e tem horas que eu não sei se estou viajando ou se existe mesmo alguma coisa entre a gente. Hoje uma amiga me disse, "As coisas estão do jeito que estão porque é assim que elas tem que estar agora." Pode parecer vago pra quem não ouviu o resto da conversa, mas pra mim fez todo o sentido. E eu preciso parar de reclamar. Alguns dias ele não me dá tanta atenção. Aí eu fico deprimida e triste e carente, mas é assim que as coisas tem que estar agora. É uma intimidade crescente, mas vagarosa, entre amigos. Nós somos amigos. Não tem nada ali além de algumas trocas de olhares. E músicas românticas. E gentilezas. E fotos. Tá vendo? Não dá pra dizer que ele é só como um amigo pra mim. Eu gosto dele. Eu goooosto dele e gosto de gostar dele. Apesar de alguns dias ruins, eu me sinto segura. Estranho isso. Se sentir segura e guardada.

Eu sinto que estou deixando ele entrar ao mesmo tempo em que não entreguei meu coração totalmente pra ele. É como se existisse zelo. E eu zelo por ele e sinto um carinho dele por mim.

Mesmo quando a gente não se fala muito. É ele não me dar atenção num dia, pra mais tarde me surpreender com uma música da Vanessa da Mata ou Nando Reis que fazem todo o sentido pra mim, mesmo que não faça sentido nenhum.

Eu não quero pensar muito. Eu quero desencanar e aproveitar cada fase, ver onde isso vai dar sem me estressar.

Será que eu consigo?!

terça-feira, 8 de junho de 2010

To aqui ouvindo Jorge Vercilo. Eu escutei o CD novo, mas ainda sou viciada nas músicas mais antigas. "Penso em ti", "Final Feliz", "Ciclo", "Encontro das águas"... Amo.



domingo, 9 de maio de 2010

Dia das mães :)

Eu e meu irmão acordamos tarde e fomos pro supermercado, fazer compras pro almoço do dia das mães. Ou seja, a gente gosta de sofrer junto com os outros losers que deixaram pra última hora. De fato eu não tinha programado nada especial, mas ainda queria fazer algo especial.

Comprei filé de merluzão (eu ainda acho que deveria se chamar filezão de merluza, mas tudo bem), uma massa recheada de escarola e queijo (semi pronta), molho pronto e o resto eu tinha em casa. Meu irmão me ajudou no almoço, foi super fofo. Fiz peixe assado com batatas e ovo cozido, a massa no molho (essa parte de colocar o molho e a massa numa tigela e colocar 4 minutos no microondas foi tãããoo difícil), arroz branco, salada verde e molho de mostarda e mel. De sobremesa, cupcakes de chocolate cremoso. Tava booom. Só faltou sorvete. Minha mãe amou e disse que nunca ninguém tinha preparado um almoço especial só pra ela, com coisas que ela gostava, por causa DELA. Esse negócio de levar a mãe pra almoçar fora não está com nada. Bom mesmo é preparar do zero. Quase do zero. Algumas coisas pode comprar pronto. haha.

Agora tá friiiio pra caramba. Acabei de terminar minha faxina. Vou fazer chocolate quente, assistir "O casamento de Rachael", comer pipoca e dorrrmirrr.

Life is good.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Existe algo interessante em superar a dor do coração partido. A gente faz de tudo pra se distrair, pra esquecer, pra sarar. Geralmente é uma oportunidade de se redescobrir, relembrar, retomar antigas paixões.

Eu geralmente quero sair de onde estou, passear. Um dos lugares mais gostosos pra ir, pra mim, é a Av. Paulista. Não me pergunte porquê. Alguma coisa ali me faz sentir mais livre, mais leve, independente e segura. Eu vou até lá, tomo café da manhã no Mc Donalds, vou pro "Amanhã chegou" (a Galeria Pajé), compro bobeirinhas em camelôs, compro mil revistas "cult" em bancas e volto pra casa de mêtrô e ônibus, lendo artigos cabeça e me sentindo renovada. É um ritual estranho, eu sei.

Não dá pra eu ir pra lá agora porque não trabalho mais em São Paulo. Não vou sair daqui só pra ir tomar café da manhã na Paulista (não que eu não quisesse).

A gente redescobre rituais pós coração partido. Tem que inventar moda. Tem que ter criatividade até nessas horas.

Dessa vez, eu estou tentando Foo Fighters + Gossip Girl. Música nervosa me faz esquecer de coisas românticas e Gossip Girl me diverte horrores. Quarta feira à tarde tem filminho com amigos, pipoca, pingue-pongue. Sexta feira tem minha primeira consulta com uma dermatologista aí. Vou começar um tratamento power pra pele. Sexta feira tbm vou pro aptm de uma amiga com outras amigas e vamos comer pizza gorda, tomar sorvete e reclamar de tudo, colocar as pernas pra cima, fazer graça da desgraça e rir muito. Tà todo mundo meio estressado, on the edge, precisando espairecer.

Eu vou cuidar de mim. Amanhã começo uma dieta saudável (só nesse final de semana deprê eu emagreci 2 kgs, to parecendo uma modelo anoréxica - e não, isso não é ser sortuda). Vou entrar em alguma atividade saudável (academia e/ou dança e/ou natação).

E claro que eu vou pintar as unhas e mudar o cabelo. Esse ritual nunca muda. (Mesmo que eu nunca mude taaanto o cabelo assim.)

Mas sabe que a melhor parte dessa receitinha tem sido Foo Fighters e Gossip Girl?! Acho que é pq foi a primeira coisa que eu fiz que realmente me distraiu e me deixou bem.

E to amando escrever de novo no blog. Mesmo.

Querido diário style. But whatever. ;)

domingo, 18 de abril de 2010

Jinx, you owe me a coke.

Foi só oficializar e dizer em alto e bom tom "Estou apaixonada" que puff. Tudo começou a dar errado. Em coisa de 2 dias.

Eu não sei de nada, não quero saber, só me interessa uma coisa: to deixando tudo pra lá. Que se dane isso, que se dane aquilo, que se dane qualquer coisa. É me chamar pra ver não sei quem tocar no feriado e no minuto seguinte combinar de ir com a outra lá e ir embora sem nem falar tchau. Passou por mim umas 4 vezes. Como se eu fosse invisível. E eu nem reagi. E a outra lá ainda foi lá fora atrás. Eu pensei de arranjar qualquer desculpa pra ir pro carro só pra ver se ele me enxergava e falava tchau, mas seria muita humilhação até pra mim.

Eu sei que não estou fazendo sentido algum, mas estou tão chateada com tanta coisa que aconteceu no final de semana, que resolvi abrir mão de tudo. Inclusive do meu direito de ficar toda doída e chateada.

EU NÃO VOU FICAR MAL. Não mesmo. Me recuso. Eu vou é devolver tudo que tem dele aqui. Respirar fundo e bola pra frente.

Vamos conversar uma vez por mês quando ele for me dar o dinheiro pra pagar o carro. O resto é o resto.

Acho que homens não sabem o tanto que é humilhante a gente se sentir trocada por outra. Quase como se "algo melhor" tivesse aparecido. É humilhação demais.

Então eu vou embora dessa antes que seja tarde demais. Assim eu mantenho a amizade com ele, com ela e fico bem.

Eu queria que fosse diferente. Queria mesmo. Mas quanto mais eu mantenho a esperança de que vai dar certo, mais eu me frustro, me machuco e me humilho.

Amanhã é um novo dia. Vai ficar tudo bem.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Drama, drama, drama.

Faz tanto tempo que eu não escrevo o que sinto que eu acho que desaprendi. E faz tão bem escrever. Parece que a gente coloca pra fora e aquilo não te pertence mais. Eu tenho guardado tanta coisa.

Eu estou apaixonada e odeio. Pra variar. Nunca gostei muito dessa vulnerabilidade toda. Tira tanto da minha independência, nada é espontâneo, existe tanta ansiedade em tudo... Odeio. E aí que eu nem sei em que pé a coisa toda está. Às vezes acho que ele gosta de mim, que está sério a respeito, blablablá. A maioria das vezes acho que ele nem lembra que eu existo.

O grande problema é que agora ele está por toda a parte. Tem livros dele no meu quarto, tem CD dele no carro, DVD na sala, DVD no quarto, foto no computador etc. Não consigo ouvir um monte de coisa sem lembrar dele. Nickelback é dele. Porque ele gravou um CD cheio de coisas lindas, mas quando começou Nickelback eu quase tive um negócio porque é uma música linda que eu adoro (Far away) e quase mandei uma msg pra ele na hora (mas não mandei). Agora toda vez que eu escuto Nickelback, qualquer música, eu lembro disso e dele e pronto. Eu acho tão lindo isso de gravar CD pra outra pessoa. Esse último q ele gravou (porque eu estou colecionando, já tenho uns 5) ficou perfeito. Nem comecei a ler o livro. Ele me emprestou um filme que eu amei, chama "Pela vida de um amigo". Aí um tempo depois ele gravou o filme pra mim e me deu. Me emprestou um outro que não terminei. E tem também o DVD do Elvis. E o do Earth, Wind and Fire q ele me emprestou sem ter assistido e eu não assisti ainda.

"I don't want to talk about it" é dele também. Ele mandou num dos primeiros Top 3 que fizemos. Rod Stewart e Amy Belle.

Aí ele bateu no meu carro. Foi uma noite horrível. Na verdade, tava tudo azul, lindo e leve... até ele bater em mim. Atrás. Ele ficou acabado, eu fiquei morrendo de medo dele ficar todo orgulhoso e parar de falar comigo. Fiquei com medo dele não pagar também! haha. No fim, deu tudo certo e é mais uma coisa que não me deixa esquecer dele. Todo dia, eu olho meu parachoque amassado e lembro dele. hahaha. Que romântico.

Eu não quero me apaixonar. Eu não quero ficar esperando email. Eu não quero ficar vigiando celular. Eu não quero ficar pensando em que roupa eu vou colocar. Eu não quero ficar analisando cada coisinha que acontece.

Meu maior medo é de não dar em nada - de novo. Deveria ter jeito de desapaixonar sem doer, né?

Eu disse que ia comprar uma garrafinha de água de superhomem pra ele (pq ele ficou me zuando pq a minha é da mulher maravilha) e ele disse que ia usar no trabalho e ainda ia tirar foto. Agora fiquei sem graça de comprar a garrafinha e parecer uma idiota.

Eu sou uma idiota.

Ai, que saudade de desembuchar tudo aqui, sem reparar em pontuação, parágrafo, coesão e whatever.

Eu deveria ir dormir. Gente apaixonada perde o sono. Vou ali assistir Gossip Girl.

terça-feira, 9 de março de 2010

Eu acordo, faço nada demais, só arrumo o quarto, faço café... Mais tarde eu faço o almoço, almoço e vou trabalhar. Chego às 13, só começo a aula 13:20. Dou uma aula, descanso 1 hora, dou 3 aulas, espero 15 minutos e vou embora pra casa. Essa é a minha rotina, basicamente. Na maioria dos dias da semana, pelo menos. Não é perfeito?!

As crianças são fofas. Em algumas salas, elas falam demais (e alto demais). Mas nada tão além do normal.

As colegas de trabalho são ótimas. A diretora e a vice são muuuuito legais, a coordenadora é um amor. A escola fica a 10 minutos da minha casa. Pra ir. Pra voltar, tem trânsito, então eu demoro 15 minutos.

Estou apaixonada pelo meu emprego. Nem ligo mais que eu só vou ter férias em Janeiro de 2012 (eu odeio o sistema de férias da prefeitura).

E sabe que até meu cabelo ultimamente tá bom?! Tá com os cachos super definidos, tá hidratado... Só minha pele que está um lixo. No pescoço, estou com váááárias espinhas internas. Dóóóoi horrores. Vou marcar dermatologista. Pq agora eu tenho tempo! hehe

Estou paquerando um moço bonito. Estou até apaixonadinha. E comendo feito uma porca. Cheguei às 18:30, comi um pão com queijo branco derretido e tomei um copo de leite. Logo depois, café. Às 20 horas já estava com fome de novo. Comi outro pão com patê de atum e tomei outro copo de leite. Agora estou aqui, esperando Gossip Girl terminar de carregar e pensando em buscar chocolate. Vou virar uma gorda.

Pensa numa pessoa feliz. ;)

(Isso aqui tá cada vez mais querido diário, ham?!)

terça-feira, 2 de março de 2010

É o seguinte: a chave da minha vida agora é disciplina. Não adianta tentar ser organizada se não sou disciplinada. O problema é que eu não sou, de fato, disciplinada. Sou zen demais, livre demais, tudo pode, tudo tem jeito, tudo vai dar certo um dia, eventualmente, quem sabe... Também sou da filosofia "Não perdi, só não sei onde está". (Tem comunidade no orkut e tudo mais, viu como somos organizados?!)

Cansei de perder coisas, quer dizer, de não saber onde minhas coisas estão. Agora que trabalho meio período (eeee!!!) vou tentar essa tal da disciplina e organização. Tem algumas coisas pequenas que já estão tendo efeito, como o tratamento de pele todas as noites. Antes, era impossível esse "todas as noites". Tantos dias eu chegava cansada demais e tomava banho e ia dormir. Pronto. Agora, tem os tais 3 passos da Avon. Estou dando uma chance pra eles. E uso TO-DO-DI-A. Quer dizer, toda noite. Sabonete esfoliante, tônico e hidratante. Faz pouco tempo, mas eu sei que vou conseguir fazer TO-DA-NOI-TE. Estou também escrevendo. Eu ganhei um caderno super lindo, pra servir de diário. Acho interessante pessoas que tem diário. Eu escrevi algumas vezes em 2008, uma em 2009. Não estava funcionando muito bem pra mim. Ae eu resolvi dar uma chance pra ele também. Eu escrevi 4 vezes esse ano. Duas em Janeiro, uma em Fevereiro e uma em Março. Quem sabe eu não consigo escrever pelo menos uma vez por mês? É um bom registro. Eu gosto.

Tem algumas outras coisas em que estou tentando manter a frequencia diária. Ou semanal. Ou seja: alguma frequencia.

Vou até achar as coisas agora no quarto. Quem sabe eu não fico normal?

(yeah, like THAT could ever happen)

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Eu não consigo manter o blog atualizado. Eu não tenho mais pc no quarto. Eu trabalho 14 horas por dia. Eu mal checo meus emails. Quase nunca respondo. Com sorte, você me acha na bagunça do meu quarto.

Maaaaassss tudo mudará em breve.

Sou, quase oficialmente, funcionária pública. Professora municipal de língua inglesa. Meio período, mas ganhando mais do que ganho hoje, trabalhando q nem louca.

Sabe quando você sente que vai dar pra parar, respirar e relaxar um pouquinho?

Qualidade de vida, meu bem. Qualidade de vida.

Estou torcendo pras duas escolas onde estou agora arranjarem substitutas logo, porque eu quero começaaaaarrr na EMEB rápido.

Não aguento mais trabalhar o dia todo, só de pensar que amanhã é um daqueles dias, me dá vontade de chorar. E eu nem preparei nada ainda. Oh vida.

Anyway, vou dar um jeito de consertar meu computador. Trabalhando meio período, acho que dá pra voltar pra vida internética aos poucos. Espero. :)